WIRELESS MUNDI | Nº4 | MAR 2010
O homem das cidades, especialmente das grandes metrópoles, está cada vez mais habituado aos sistemas de localização, hoje acessíveis na internet e mesmo nos aparelhos celulares. A associação entre mapas digitalizados e informações diversas não só encurta distâncias, traça o melhor trajeto, permite encontrar o cinema, a biblioteca, o restaurante, o show, mas dá a todos a impressão de dominar a cidade, de conhecer um bairro como se morasse nele, vasculhando o seu comércio, o seu centro cultural, o seu patrimônio histórico e artístico.
Mas os ganhos com os modernos sistemas de informações geográficas têm repercussões sociais muito mais relevantes do que o conforto individual dos cidadãos que podem ter acesso a sistemas de localização. Esses sistemas, como mostra a reportagem de capa desta edição da Wireless Mundi, qualificam as aplicações sociais, voltadas à melhoria dos serviços prestados à população. Aí fazem uma diferença para toda a comunidade. Inicialmente utilizados especialmente para aumentar as fontes de arrecadação ligadas ao espaço territorial urbano, como o IPTU, os sistemas de informações geográficas estão sendo empregados no combate a epidemias e doenças endêmicas, na racionalização da matrícula escolar, colocando o aluno em unidade próxima à sua residência, e na melhoria da segurança pública.
Também nesta edição, o leitor vai encontrar um Guia de Aplicações ampliado e atualizado; um quadro de categorias que ajuda a classificar o estágio em que se encontram as cidades digitais; uma apresentação pormenorizada das fontes de financiamento para municípios, com destaque para os que têm menos de 50 mil habitantes; e a experiência de internet gratuita nas residências em desenvolvimento pelo governo do estado do Rio de Janeiro.
Também nesta edição, o leitor vai encontrar um Guia de Aplicações ampliado e atualizado; um quadro de categorias que ajuda a classificar o estágio em que se encontram as cidades digitais; uma apresentação pormenorizada das fontes de financiamento para municípios, com destaque para os que têm menos de 50 mil habitantes; e a experiência de internet gratuita nas residências em desenvolvimento pelo governo do estado do Rio de Janeiro.
Arte carnavalesca
Para ilustrar esta edição, o artista plástico e grafiteiro Thiago Vaz foi buscar inspiração na arte carnavalesca da escola de samba mirim Pimpolhos da Grande Rio, da Baixada Fluminense, que levou à avenida o samba enredo “Recicla a vida”. A estética do reaproveitamento de materiais também dominou as fantasias e alegorias da escola.